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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Matando um leão por dia




Outro dia, tive o privilégio de fazer algo que adoro: fui almoçar com um amigo, hoje chegando perto dos seus 70 anos. Gosto disso. São raras as chances que temos de escutar suas histórias e absorver um pouco de sabedoria das pessoas que já passaram por gr...andes experiências nesta vida. Depois de um almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios mas muito sobre meus negócios. Contei um pouco do que estava fazendo e, meio sem querer, disse a ele: - Pois é. Empresário, hoje, tem que matar seu leão. Você deveria mesmo era cuidar dele. Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha surpresa, pois me disse: - Deixe-me contar uma história que quero compartilhar com você. - Existe um ditado popular antigo que diz que temos que "matar um leão por dia". Por muitos anos eu acreditei nisso, e acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão. A vida foi passando e muitas vezes me vi repetindo essa frase. Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão. Afinal, quem não se preocupa quando, tem que matar um deles por dia? Pois bem. Cheguei aos meus 60 anos e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado! A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente. Para minha tristeza tive de voltar à frente dos negócios, até conseguir encontrar alguém, que hoje é nosso diretor-geral. Este "fracasso" me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de sucessão? Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: a culpa foi do leão. Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a ver com a história? Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, me disse: - É. Pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica mais fácil justificar dessa forma. Porque, desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidades de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas, ao dar tudo a eles, esqueci de dar um leão para cada, que era o mais importante. Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios. Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos que ser. Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele. A metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão por dia, mas sim cuidar do nosso. Porque o dia em que o leão, em nossas vidas morre, começamos a morrer junto com ele. Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios se tornaram oportunidades para crescer, ser mais forte, e "me virar" nesta selva em que vivemos. Portanto, não matem um leão por dia, mas sim aprenda a amar o seu. A capacidade de luta que há em você, precisa de adversidades para revelar-se.     (Pierre Schermann).

Nosso leão? Concurso. É comum perceber uma relação de “Estudos x Concurso” né, mas acho que o ideal seria “estudos + concurso”.
Mas quem disse que é fácil gostar desse nosso leão?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Vá e vença




[Motivação] Treino caveira
Vários jovens correm em alta velocidade, enquanto um ex-policial se aproxima da boca no posto 11, no Leblon. Algumas senhoras o reconhecem como o "moço famoso" que é consultor de segurança em um telejornal regional. Na verdade, é mais que isto. Ele é Rodrigo Pimentel, co-autor do filme Tropa de Elite e o ex-oficial do BOPE que inspirou o personagem Capitão Nascimento. Pimentel não está ali a trabalho, tampouco para reprimir a #COISADABOA - ao contrário, ele incentiva.

Desta vez, está exausto e não veio para treinar, apesar de ser "corredor inveterado". No final de semana, depois de seis anos parado, calçou os tênis e foi para a rua. Fez 10K no sábado e 10K no domingo. As dores tomaram conta das costas e ele reviu alguns de seus conceitos. "Por ter passado pelo BOPE, você pensa que tem que ser tudo radical. Nesse final de semana não consegui dormir. Agora só volto a correr com a orientação de uma assessoria" prometeu.

Mas quando sua paixão pela corrida começou, as coisas não eram tão simples. Com 14 anos colocou na cabeça que ia deixar de ser um "moleque gordinho". Um ano depois, em 1995, fez a Maratona do Rio em 4h02. "Como sempre fui muito obstinado, me dediquei a fazer os 42K e fiz. Hoje em dia tem toda essa estrutura, mas na década de 80 não tinha essa divulgação e a gente associava correr ao super-homem", revelou Pimentel, que já dava indícios heroicos.

Com o aumento no número de corredores e a crescente paixão pelo esporte entre os jovens, o Capitão Nascimento encontra na experiência própria o exemplo para a galera. "Os primeiros 7K são fogo. Depois é tudo muito mais fácil. Fica a dica: vá e vença. É este o lema do BOPE".

O treino dá resultado. É caveira, capitão.
Escrito por Gabriel Barreira, Nike Blogger

Bom pessoal, ando meio sumido né, mas é bom um bom motivo, tenho procurado estudar mais e passar menos tempo na internet. Sempre gastei muito tempo com ela e isso estava atrapalhando um pouco, então tenho vindo menos por aqui, mas sempre que posso venho aqui, olhos os blogs, apesar de estar em falta com alguns deles.
Mas quero trazer um texto que encontrei, achei bem legal, principalmente pela dica: “vá e vença.”, nada mais apropriado pra nós futuros federais.
Não vamos desanimar! Vamos continuar com os estudos que logo nosso concurso virá. Vamos vencer!
Abração a todos!
Inté.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Juntos somos mais fortes!




A correria é grande e acabo devendo aqui no blog, mas quero voltar a postar mais vezes.
Quero trazer uma novidade, nós seguidores do Mulher na Polícia estamos formando um clubinho “A Confraria”, voltada diretamente aos aspirantes aos cargos policiais.
Sabemos o quanto essa caminhada é difícil, abrimos mão de muita coisa, fazemos sacrifícios, uns ganham cabelos brancos, outros perdem alguns fios (ou quase todos) e principalmente por acharem que todo concurseiro (ou concursando segundo o Artorius) é um folgado que só está enrolando o tempo todo.
Mas uma vantagem essa jornada traz: conhecer pessoas que como você, estão na mesma situação, passam pelos mesmos problemas e por conta disso decidem se juntar para compartilhar essas dificuldades visando melhorar essa preparação.
Há quem diga que isso é bobagem, que não se pode ajudar um concorrente, mas vejo de forma diferente, que meu maior concorrente sou eu mesmo, que brigo com o sono, com a preguiça, com as diversões, e estou sempre tentando sair vencedor disso tudo, mas não é fácil.
Por isso estamos nos juntando e tentando arranjar uma forma de melhorar nossa preparação e estreitar os laços de amizades que surgem por toda essa jornada.
Ainda estamos em preparação, mas logo estaremos postando mais informações de como a coisa vai funcionar, mas quanto mais pessoas participantes melhor, é só chegar chegando.
Mais do que nunca é hora de erguer a cabeça e seguir em frente, pois nosso concurso pode sair a qualquer momento!
Abraço a todos.

P.s.: além do Mulher na Polícia, já temos o Rumo à Polícia (Presidente da Confraria), o Seção 8 e a Lê (volto o blog Lê).

terça-feira, 5 de abril de 2011

Hora de relaxar...



Vou começar hoje a leitura, assim que terminar faço algum comentário, já vi o filme...agora vamos ao livro.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Obrigado!




Quando decidi fazer o concurso da PF sabia que essa caminhada não seria fácil, é preciso ter força de vontade, concentração e muita disciplina. Ainda me falta muito, mas hoje posso dizer que já consegui bastante e não só com meus méritos. Não posso deixar de mencionar o apoio que recebo de pessoas que realmente amo e que sem elas nada faria sentido.
E isso não posso reclamar, apesar de muitas vezes não demonstrar isso, sei que sem o apoio que tenho não teria chegado até aqui, é certo que ainda falta muito, mas ainda sim sei que estou no caminho certo e sei que só consigo continuar nesse caminho com todo o apoio que tenho.
Naqueles dias de cansaço, onde estudar parece uma tortura, ou então no final do treino de corrida, faltando 500m e as pernas estão queimando, ou dentro da piscina gelada, quando lembro (e sinto) todo o apoio que tenho, é como sentir um empurrãozinho a mais naquela hora.
Sei que muitas vezes sou egoísta, acho que todo concurseiro acaba sendo um pouco, mas digo que nunca deixo de pensar em quem realmente está do meu lado.
Só posso agradecer este apoio incondicional que tenho, e me desculpar destes momentos em que deixo de lado coisas que não podem ficar de lado.

Peço licença para colocar aqui um trecho de um post de nossa amiga Mulher na Polícia, onde demonstra bem o que quero dizer:

“Entrei pelo mesmo local de sempre, me lembrando de como eu destilava insegurança no meu primeiro dia como aluna. Ele descia as malas pesadas na portaria pra mim, mas era o peso daquela escolha dentre três aprovações em concursos públicos e o risco de Ele não poder me acompanhar após a conclusão do curso de formação, que eram os mais pesados pra nós dois. Nem deixei que Ele comemorasse o fato de não mais pagar as minhas contas, porque estava com medo de não conseguir atingir o nível exigido nos treinamentos. Esperei tanto a convocação para a matrícula, mas no dia “D” o pessoal da portaria viu uma mulherzinha relutante em sair de sua zona de conforto. Nasci policial naquele momento. Me lembro quando Ele, sereno, segurava minhas mãos geladas por puro nervosismo e tentava aquecer meus dedos. Tinha vindo comigo até a entrada da Academia, mas agora eu precisava entrar sozinha e quase chorei ali meus temores e ansiedade. Ele ria por dentro, eu sei. E nos despedimos juntos de uma fase que ficaria para trás quando eu entrasse. Mais um abraço demorado e atravessei a portaria. Os meses em que eu dormia com um leãozinho de pelúcia numa cama gelada, num quarto cheio de mulheres à beira de um ataque de nervos, passaram rápido. Entreguei-lhe novamente minhas malas e Ele as colocou de volta no carro, cheias de novidades, expectativas, saudades... Sabe aqueles momentos nos quais você tem certeza que é feliz?”

Quero dedicar isso aqui a uma pessoa muito especial na minha vida, que sempre está ao meu lado, que é minha fonte de energia!!! E tenho certeza que quando tudo isso passar, seremos ainda mais felizes!!!!! Saiba que o coelho sempre estará na lua!

Inté pessoal!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Imagem não é nada...mas esse símbolo...




Descrição Heráldica

Escudo estilizado, lembrando o escudo polonês, com o campo em jalne (ouro) - esmalte que simboliza fé, fortaleza, constância, firmeza, poder e a autoridade, propósitos maiores dos integrantes do Departamento de Polícia Federal. Em Chefe aparece um listel em goles (vermelho), simbolizando este esmalte a ousadia, coragem, esforço e segurança, onde se insere a palavra POLÍCIA em prata (branco) e em Contrachefe outro listel, também, em goles (vermelho), onde se insere a palavra FEDERAL em prata (branco).
        No coração destacam-se as Armas Nacionais que se descrevem segundo a Lei 5.700, de 01 de setembro de 1971, na forma que segue:
        I - o escudo redondo será constituído em campo azul-celeste, contendo cinco estrelas de prata, dispostas na for ma da constelação do Cruzeiro do Sul, com a bordadura do campo perfilada de ouro, carregada de vinte e duas estrelas de prata;
        II - o escudo ficará pousado numa estrela partidagironada, de 10 (dez) peças de sinopla e ouro, bordada de 2 (duas) tiras, a interior de goles e a exterior de ouro;
        III - o todo brocante sobre uma espada, em pala, em punhada de ouro, guardas de blau, salvo a parte do centro, que é de goles e contendo uma estrela de prata figurará sobre uma coroa formada de um ramo de café frutificado, à destra, e de outro de fumo florido, à sinistra, ambos da própria cor, atados de blau, ficando o conjunto sobre um resplandor de ouro, cujos contornos formam uma estrela de 20 (vinte) pontas:
        IV - Em listel de blau, brocante sobre os punhos da espada, inscrever-se-á, em ouro, a legenda República Federativa do Brasil, no centro, e ainda as expressões "15 de novembro", na extremidade destra, e as expressões "de 1889", na sinistra.

As Armas Nacionais (ou Brasão Nacional) representam a glória, a honra e a nobreza do Brasil e foram criadas na mesma data que a Bandeira Nacional. O uso das armas é obrigatório nos edifícios-sede dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) dos governos federal, estaduais e municipais, além dos quartéis militares e policiais e em todos os papéis oficiais de nível federal (publicações, convites etc.).
As armas são formadas por um escudo redondo sobre uma estrela de cinco pontas e uma espada. Também há, no centro, o Cruzeiro do Sul. Há um ramo de café à esquerda e um de fumo à direita. A data que aparece nas armas é a proclamação da República.

Fontes:
- http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Educacao/Simbolos%20Nacionais.htm
- Decreto nº 98.380/89

Ser policial, seja na esfera federal ou estadual, não é somente um trabalho ostensivo, preventivo que se refere às leis deste país, é algo maior.
Nós que almejamos a carreira policial devemos saber que não se trata meramente de uma questão profissional.
Já li alguns textos falando a respeito da profissão policial, que não é só uma questão de escolha e sim de vocação.
Escolhi divulgar estes brasões, da PF e consequentemente das Armas Nacionais, para mostrar que o policial defende um país, uma nação.
Tenho em mim um sentimento maior que simplesmente ser policial, mas poder contribuir com a ordem nacional. Fazer um país melhor de se viver, mais justo e mais seguro.
Não é atoa que esses brasões existem, há um significado por trás deles,  representam uma instituição, mostram o quão forte é essa instituição, tanto que quando vejo esses brasões, me encho de orgulho e vejo como um estímulo cada vez maior.
Um professor disse que todo concurseiro precisa ter um símbolo, um símbolo que realmente representa aquilo que ele tanto sonha, e nada mais motivador do que o brasão da PF.
Apesar de tudo, acredito muito nessa nação chamada Brasil, e como futuro policial federal quero defendê-la e lutar por um país cada vez melhor.
Poderia escrever muito mais aqui sobre patriotismo, cidadania, reclamar dos políticos, salientar nossas qualidades, entre outras coisas, mas acho que isso é um sentimento que cada um tem o seu, do seu modo.
No mais é isso.
Abraço a todos!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dica de Livro

Quando comecei a estudar para o concurso da PF, estava sempre a procura de informações sobre a PF, desde o próprio concurso, como também a rotina de trabalho, as experiências vividas pelos policiais, e o primeiro blog que encontrei e comecei a lei foi O Anjo da Noite, do então APF Sandro Araújo.

Pra quem ainda não leu seu blog vale a pena ler todas as postagens, desde a mais antiga até a mais recente, essa que por sinal trouxe um frio na barriga dos concurseiros heheheheh (está nos links ao lado).

E fica a dica também dos seus livros, “Anjo da Noite” e o mais recente “Federal”.

Ainda não li, mas está na fila para ser lido o quanto antes.

A pedido do próprio Sandro publico um vídeo sobre a PF e seu livro.



Valeu